quinta-feira, 23 de abril de 2015

No words by me




I look at you
and I can see it in your face
you think you hide it,
but I see you.
I see the hurt
the dark circles beneath your eyes
and the quiet plea
dancing on your bottom lip,
too afraid to be voiced
to afraid to be heard
because you’re too afraid
to be hurt
and I just want to take you and
wrap you up in my arms 
hold you, console you
tell you things that you’ll believe
but you don’t seem to believe
anything anymore
because you have been deceived
far to many tines
so ill just look at you
and see the pain in your fake smile,
and I’ll smile back
and I’ll hear the attempted deception
when you tell me that you’re just tired,
and I’ll say me too
I know you’re broken inside,
I can see it in your face
violets are blue,
and so are you.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

:(

Muito falo de mudança e pouco mudo. Essa semana os diuréticos e laxantes fizeram tanto efeito que consegui chegar aos 57,8 kg, mas foi neste dia que ao me pesar quase cai, o chão ficou escuro e eu deitei, acordei só 6 horas depois. Quando acordei comi um pote de sal, sazon e tudo comestível que contenha sódio.
No outro dia eu tive um dia normal a compulsivo. Hoje me pesei e estavam lá 62,2 lindos quilos. Se eu surtei? Eu quase morri. Nunca me senti TÃO gorda. Eu juro por Deus, nunca me senti tão mal quanto estou me sentindo agora.
Sinto como se essa gordura nunca fosse desaparecer e que tudo o que eu faço não adianta de nada.
Parece que só consigo engordar, tudo o que eu faço é isso, a única coisa que consigo fazer com sucesso é engordar.
Estou muito frustrada, vendo minha saúde e minha vida se resumirem em uma doença de merda que é essa bulimia.
 Hoje não tenho palavras de motivação não, a vida nao ta facil da ponte pra cá.
Nunca estive tão gorda, hoje fui vestir um short 40 e ele ficou apertado mostrando as celulites, tive de colocar uma saia. Estou desiludida :( sorry girls, estou tão aflita que nao consigo nem colocar em palavras aqui. HELP MEEEEEEEE!!!!!!
Alguém já se sentiu assim? Olhou pra balança e viu nela o seu pior número e mesmo assim ainda teve forças pra mudar? Se olhou no espelho e viu nitidamente que já era o fim da linha pra voce e mesmo assim mandou ele se foder?

Quero minha vida de volta!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Hora de mudança

Já cheguei no fundo do poço várias vezes, experiencias horríveis, acreditem. Quando cheguei ao fundo do poço espiritualmente falando, foi uma das piores épocas da minha vida, cheguei ao ponto de perder a consciencia e memória, tentando suicidio pela segunda vez na vida. Foram momentos como esse que me possibiliram ver que a vida está sempre com novas oportunidades. Eu me arrependeria amargamente se minha tentativa de suicidio tivesse sucesso, pois hoje eu vejo que aquele momento era apenas um momento, ruim, péssimo e que eu estava olhando para a porta fechada. No momento em que eu a abri, tudo mudou.
Vou levar essa experiencia comigo para sempre, e acho que me sinto na propriedade de afirmar que posso mudar meu jeito de ver a vida quando o assunto é bulimia e auto estima. As duas coisas são unha e carne, vivem juntas, ninguém que tem bulimia é auto confiante, geralmente a bulimia desencadeia a depressão, como foi meu caso, também pode vir com a auto mutilação e a vontade de sumir, morrer e desaparecer. Meninas e meninos, já passei por isso tudo. Já teve épocas em que no calor eu tinha de andar com blusa de frio, pois meus braços estavam sangrando e com cortes profundos, isso foi em meados de 2011 a 2012.
Deus nos deu a vida, nos emprestou esse corpo físico. Eu creio que nossa alma é imortal, creio em vida após a morte, e creio que Deus nos ama incondicionalmente, então acho lógico que maltratar a nós mesmos é ferir os princípios divinos. Sou espírita desde o nascimento, e é nesta religião que encontro as respostas que tanto preciso. Respeito todas as religiões, mas me encontro no espiritismo, pois ele une ciencia e teologia, e isso é fantástico.
Estou com 23 anos e 11 meses, praticamente 24, praticamente 1/4 de século de vida e estou no processo de amadurecimento. Muitas meninas amadurecem mais cedo, mas eu precisei passar por muitas coisas na vida para começar a pensar antes de agir e dar valor na minha existencia. Tudo na minha vida ocorreu no tempo certo, namorei no tempo certo, estudei no tempo certo e fui trabalhar no meu tempo, nunca fiz questão de adiantar nada na minha vida. Quero dizer, brinquei de boneca até quando tive vontade, isso é, até meus 15 anos, pasmem! Mas era o que eu sentia vontade, era o que me fazia feliz.
Foi nessa fase que comecei a entender o que acontecia comigo, que eu sofria de bulimia. Comecei a vomitar com 12 anos, não era frequente, não era com intuito de emagrecer, eu era criança e não sabia o que estava fazendo, achava que era legal. Com 16 eu comecei a ficar anorexica, arranjei uma amiga que tinha anorexia e ela me mostrou um mundo "mágico" onde ser magra era a coisa mais importante da vida. Eu comecei a fazer dietas e emagreci incríveis dez quilos em um mês! Comecei a receber elogios e minha vida começou a tomar outros rumos. Com 18 anos e a pressão do vestibular, minha vida estava em um momento de decisão, engordei e a bulimia era muito frequente. Se fez frequente até hoje e foi nesta idade que assumi ter transtorno alimentar, bulimia. Não me considero anoréxica, apesar de ter tido anorexia duas vezes, cheguei a pesar 45 kg, tenho 1,65m, minha menstruação havia parado e eu tinha sérios outros problemas que não vem ao caso.
Acumulo uma ansiedade que não cabe no gibi, eu sofri abuso sexual aos 10 anos de idade, foi uma vizinha que abusava de mim. Meu transtorno alimentar tem muito a ver com isso, não consigo me perdoar, mas hoje eu sei que eu era uma criança e não sabia o que estavam fazendo comigo. Tenho dificuldades em me aceitar como adulta, não quero ser atraente pra ninguém. Tenho dificuldades em me relacionar sexualmente, essas coisas me ferem, me remetem ao passado.
Faço terapia e minha psicologa afirmou que minha bulimia teve origem neste fato, mas que eu não sabia que se originava ali. É a primeira vez que falo disso para outras pessoas.
Eu estou desempregada, fizeram uma sacanagem comigo e me tiraram do meu emprego, que tanto me fazia bem. Mas creio que foi mais uma vez uma forma de aprendizado. Estou há dois meses em casa, sem muito o que fazer, então minha mente trabalha a toda hora. Pensamentos vão e vem. Estou pensando em me aceitar como sou, com quilos a mais, me amar mesmo assim, afinal qual é o problema em ser assim?
Se eu não gosto da minha vida como está, reclamo e não mudo, não faz sentido. Então, vou tomar outras decisões, vou fazer diferente, para obter resultados diferentes. Isso é bem lógico né?
Em relação ao regime, eu estou comendo bastante, estou muito ansiosa. Preciso ocupar meu tempo, ser produtiva. É uma droga se sentir inútil.
Eu troquei minha medicação, tomava venlafaxina, agora tomo o bup, bupropiona. Meu humor mudou bastante, me devolveu a vontade de viver. Hoje passei por um episódio que me deixou muito furiosa, acabei descontando na comida e tive uma crise bulimica, tomei laxantes e diuréticos. Sei que isso é errado, of course. Mas quero a partir de agora ser mais consciente e arcar com as consequencias dos fatos que acontecem na minha vida.
Voltei a tomar sibutramina, estou bem pesada, acho que com 63 kg, então tenho 2 caixas, 60 dias para perder pelo menos dez quilos. Espero conseguir!
Obrigada se voce chegou até aqui e leu tudo! Deixem o endereço do blog de voces nos comentários, vou ter o prazer de ler.
Beijos meninas e meninos, que nossa semana seja abençoada. Contem comigo!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Uma pedra.

Tão vazia que mal consigo formar uma frase.
Queria poder não existir, talvez por alguns instantes.
Minha existência é tão insignificante e torduosa para quem comigo a compartilha.
Não desejo o mal a ninguém, queria somente não existir, não conturbar a vida de ninguém.
Não ser mais uma pedra no caminho. Pois é isso que me tornei, uma pedra.
As crianças gostam de mim, e eu as tenho com um amor maior do que a mim mesma.
Ganhar um abraço de uma criança é ótimo e me dá vontade de viver. Elas me abraçam sem pedir e sem me conhecer, como se soubessem o que eu preciso.
Ainda assim, são só momentos.
Talvez pudera eu sonhar em ser novamente uma criança. Época despida de preocupações inúteis e tempo de alegria extrema.
Sei o quanto sou extremista e controversa, mas entre horas vazias e a morte, prefiro a última opção.
Mas covarde que sou, não me atrevo a adiantar essa fase da minha vida, pois sei que meu trabalho na terra ainda nem começou.
Mas por onde começar? Sem tropeços e desanimo. Por onde ir? De onde tirarei forças concretas para realizar o que me é pedido?
Texto desconexo e sem fundamento, assim como meus pensamentos.
Em cima do muro, sempre estive ali, mas agora estou atrás dele, me escondendo de todos, com vergonha da minha própria existencia. Por que viver se estou a ser essa pessoa enfadonha?
Espero que essa angustia cesse e me deixe viver, de alguma maneira. Não aguento mais sofrer.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Final do arco-íris

Quero soltar o ar que prendo, que me sufoca. Quero tanto ser feliz. Mas nunca estou animada, nunca estou disposta, nunca estou realmente alegre e contente com o que tenho ou sou.
Talvez a grande chave disso tudo seja ver a vida com outros olhos. Tenho muito medo de me arrepender da vida que tenho caso aconteça alguma coisa com meus pais, por exemplo. Fiquei desempregada e isso já mudou muito minha realidade.
Estive a pegar fotos antigas, ver e rever, quantas fotos de uma infância repleta de coisas boas! Eu nao me preocupava com peso, nem com comida, só brincava e queria ser feliz e eu realmente era, olho para as fotos e me contagio com aquele sorriso. Como eu quero que esse sorriso volte.
Não é mais uma questão de estética. Posso muito bem vomitar todas as refeições, ou fazer combinações farmacológicas muito doidas e emagrecer, mas o preço é alto, eu não estou mais na idade de fazer essas coisas, não tenho mais paciencia. Acho que prefiro ser gorda e feliz do que magra e infeliz, como acontecia. Mesmo eu ficando magra, nunca estava feliz, procurava sempre mais e mais magreza.
Esse é um post vazio, sem muitas explicações. Apenas procuro a minha paz. Escrever me dá paz e é por isso que tenho vindo mais aqui.
Afinal, onde é o final do arco-íris? Será  mesmo que tem um pote de ouro e um monte de coisas boas lá? 
Por hoje, é só. 



quarta-feira, 4 de março de 2015

Dieta cetônica

Bom dia meus lindjos! Hoje acordei, custei acordar, mas acordei de bom humor. No domingo eu acordei mais murcha e estava nos 59 kg, na segunda por desventura do meu transtorno alimentar, comi um monte, não vomitei e ainda engordei 4 quilos! SIM, QUATRO surreais quilos em um dia. Agora me pergunto como isso é possível? Eu bem sei como é, vou contar para vocês e também alertá-los.
Bom, tenho a terrível mania e ilusão de tomar diuréticos para perder água e assim aparentar-me mais magra, o ruim disso tudo é que meu corpo viciou, tomo tem uns 2 anos, já gastei centenas de reais só com isso, e não estou brincando. Diurético é um remédio muito perigoso, você perde em demasia líquido e todo o cloro do seu corpo, é comum ficar com falta de ar e o coração acelerado. Minha pressão já ficou tão baixa que as enfermeiras não davam conta de aferir. Pois então, tinha tomado diurético no sábado e no domingo acordei mais magra, na segunda meu corpo pedia por sódio, eu comi 2 pacotinhos de Sazon, sim puros! Taquei muito sal em toda a comida, e meus dedos mal podiam se encontrar, a noite, quando fui dormir. Eu ia vomitar, mas achei que nesta altura do campeonato, nem compensava mais. Então no outro dia, um choque terrível, 63  kg, há anos não peso isto!
Estou trocando de guarda-roupa, tive que tirar tooodas as roupas dele e colocar na cama, vi que estou cheia de roupas pequenas, PP, P e 36-34. Não tenho roupa que me sirva, pois sofro de um mal que é, comprar roupas na fase em que estou esquelética. Era uma forma, na minha cabeça, de manter o foco, tentar ficar sempre magra. Mas não temos o controle sobre tudo e agora com 10 kg a mais do que costumava pesar, estou sem roupas que me sirvam, a não ser uma ou duas calças 38, e ainda assim custam a fechar. Isso é desesperador.
Então decidi fazer uma dieta, era assim que eu fazia quando tinha meus 16 anos e funcionava. Meu metabolismo não é mais o mesmo, mas eu ainda sou a mesma. Minha primeira dieta foi a dieta cetônica, onde só comia carne, ovos, queijo, gelatina, refri diet, tomate, abobrinha, chuchu e algumas coisas assim. Eu pesava 65 kg, estava com 15 anos, no auge da minha fase gorda, querendo me encaixar, ser bonita e paquerada. Fiz um mês, no começo foi difícil mas depois acostumei e perdi 11 quilos! E não engordei de volta. Vou postar aqui para quem interessar. Estou no meu segundo dia de dieta.

http://www.tuasaude.com/dieta-cetogenica/ 
http://www.dieta.blog.br/dietas-e-cardapios/311-dieta-cetonica-emagreca-5kg-em-uma-semana-garantido
Quem quiser fazer, vem comiiiigo, quero fazer esse mês inteiro, se bem que tem festa aqui sábado, mas vou resistir e em abril estarei com 54 kg de volta. Como dizem os marombas, FOCO, FOCO, FOCO. Vou pensar em como vou ficar, vou voltar a vestir minhas roupas e ficar bem comigo mesma de novo.
Torçam por mim! 

segunda-feira, 2 de março de 2015

Questionamentos limiares

Só eu que tenho a sensação de ser louca?
Pois ter essa vida baseada em ser ou não magra, projetar assim toda sua felicidade nesta questão. Tudo bem pensar assim quando a doença começou, aos 12 anos, mas agora com 24, poxa vida, até quando?
Estou tão cansada, estou aqui escrevendo com o estomago lotado de pipoca e pão! Um dia não faria mal, comer uma pipoquinha e fugir da rotina. ROTINA. A minha rotina é totalmente reversa à de uma pessoa normal, portanto meus questionamentos em relação a isto. Comer pipoca TODOS os dias, de forma compulsiva, vomitar, engordar, tomar remédios, deprimir, fingir sorrir, gastar o tempo me maquiando, gastando o dinheiro dos meus pais.
Por isso as vezes penso que dormindo o mundo é melhor, quero dizer, se eu dormir as pessoas esquecem que eu existo, meus pais não vão mais me criticar e eu não terei de comer. Quero mesmo melhorar, mas confesso que do jeito que sou isto nunca vai acontecer, pois sou uma pessoa que não toma atitude, não tenho animo para a vida. Sim, você está a ler uma depressiva escrever.
Tentei gravar uns vídeos e não consegui, minha aparência depressiva estava na cara, por mais bem feita que minha maquiagem estivesse, não conseguiu tapar a tristeza que estava nos meus olhos.
Sinto que todos ao meu redor sabem que sou depressiva, ou melhor, estou depressiva, e me acham frágil, fingem gostar de mim, me dizem que sou bela, que me maquio bem. Sinto que o mundo esta ali só esperando eu cortar os pulsos para ficar comprovado que sou deprimente. Nota-se que a palavra usada foi deprimente, sou deprimente!
Eu simplesmente não tenho forças e não estou preparada para mudar, não consigo fazer coisas simples, ajudar meus pais e eles estão desistindo de mim, assim como eu mesma desisti a um tempo. Faz tempo que não consigo manter uma dieta regrada, ou ao menos comer como pessoa normal, não estabeleço metas, tive comigo que estou ficando velha e com isso perdendo tudo o que há de bom em mim. Acho que a cada dia que passa meus neuronios se perdem com os remédios que eu tomo, penso que minha saúde não tem tanta vivacidade. Não sou frágil, talvez eu seja fraca.
As vezes queria que as pessoas entendessem que existem dois tipos de pessoas, as fracas e as fortes, ou melhor, dois momentos, da força e da fraqueza, e respeitar isso. Todos passam por cima dos sentimentos e apenas nos estereotipam.
Já não posso dizer que sou somente uma pessoa que sofre de bulimia, pois ela trouxe comigo a melancolia diária, meus altos e baixos, meu maior peso e o menor também, tomar laxantes e diuréticos como se fossem placebo. Enfim, a bulimia foi apenas o start, hoje sou uma pessoa cheia de coisas, abarrotadas, em nós, estes que não consigo desfazê-los, acho que para o meu caso teria de inventar um novo nome de transtorno.
Sabe, meus pais pensam que é somente preguiça, mas não é isso, eu JURO por Deus que não é, juro pela minha avó, é como se algo maior, muito maior que eu não deixasse eu sair do lugar ou não fazer o que tenho que fazer, é como se meu mundo fosse acabar, é um sentimento horrível!
Minha capa de invisibilidade é  a maquiagem, acho que me aperfeiçoei nesta arte, eu realmente amo fazer maquiagem, conheço muito bem o meu rosto e sei como contorna-lo para ficar como eu quero, e é assim que eu gosto que as pessoas pensem que eu sou, bonita e feliz, já que magra não posso ser.
Sabe, acho que falar de magreza não é o x da questão, não passa nem perto, acho que é apenas um assunto que ficou no passado mas minha cabeça ainda pensa que tem a ver. Os tempos passaram e o que eu mais quero hoje é ser feliz, manter meu humor no estado bom o dia inteiro. Conseguir falar bom dia, mas aquele bom dia para que a pessoa se sinta amada e querida e a partir dali começar realmente o dia. Conseguir olhar nos olhos das pessoas enquanto estou conversando. Não ter medo de expor minhas ideias por acha-las fracas ou sem cabimento, queria mostrar mais meu sorriso, mas não estou encontrando razões para sorrir.
Digo, eu encontro razões para agradecer a minha vida, agradeço a Deus pela minha família, que é excepcional, agradeço minha condição de ser humano, agradeço a educação que tive e a vida que meus pais me proporcionaram até agora. Acho que o erro está somente em mim, e eu não sei como conserta-lo, estou um pouco cansada de ir a psciologos, psiquiatras, nutricionistas e não adiantar em nada, porque não tenho força de vontade, vegeto.



Não sei se é bom eu idolatrar a Marilyn Monroe, mas me identifico tanto com os dramas pessoais dela, com as crises para dormir e outras sobre questionamentos existenciais. Aprecio acima de tudo o dom que ela possuia de atuar, de ser simpática e querida, tratar bem todo mundo, socialmente, enquanto por dentro havia solidão, sempre sozinha, como ela mesma dizia. Se olhar bem as fotos de Norma Jeane perceberá que o olhar dela é triste, na maioria deles, mas confesso que diante das cameras ela consegue ludibriar este fato com muita sabedoria. Era isso que eu queria saber fazer, pelo menos isso. Mas estou preferindo ser feliz e não fingir, ou seja, ser feliz na frente e atras das câmeras.
Rezo para que esse dia não se tarde. Amo vocês, todos.
Beijos, Polly.